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CURIOSIDADES

Matéria sobre economia de Água da Chuva Jornal Clube de Imóvel

Matéria sobre economia de Água da Chuva Jornal Clube de Imóvel

Armazenar água, economizar e ajudar o meio ambiente

Casa da Cisterna oferece equipamentos de fácil instalação e com baixo custo para começar a aproveitar água da chuva hoje

Você gostaria de poder começar a captar água da chuva hoje? E com esta água poder lavar calçadas, muros, carros, regar o jardim? E o mais bacana: sem contaminar o solo. Hoje, com baixo investimento, isto já é possível. Desde o final do ano passado, Joinville conta com a Casa da Cisterna, uma empresa especializada em captação e armazenamento da água da chuva. Oferece todos os tipos de cisternas, inclusive os modelos slim, próprios para pequenos espaços. Além disso, a loja conta com filtros para água de chuva, sifão, freio aerador, realimentador, bóia-mangueira, motobombas, filtro de sedimentos para água que vem da rede e todos os equipamentos necessários para instalação e reaproveitamento da água de Chuva. Há, também, cisternas para prédios, indústria e comércio.

Luiz Augusto Antonin, proprietário, lembra que sempre lhe incomodou em usar água potável para limpar calçadas. Aí veio a crise da falta de água em São Paulo. Em uma visita que fez a cidade, pôde conferir de perto o transtorno do desabastecimento. Luiz decidiu mudar sua vida e, ao mesmo tempo, ajudar o meio ambiente. Criou a Casa da Cisterna e tem planos ambiciosos para a empresa. Hoje, já atende o Brasil inteiro, mas quer avançar, principalmente, na conscientização das pessoas. “O Brasil é um dos poucos países que ainda usa água tratada para banheiros e limpeza em geral”, coloca.

Com cerca de R$ 960 e sem nenhuma obra, é possível implantar uma cisterna em casa. Ela ocupa um pequeno espaço, no canto da casa, e já vem com tratamento antibacteriano e proteção para raios ultravioletas. Outro aspecto importante, além da economia, é que a água que será devolvida ao solo é a própria água da chuva, sem tratamento químico. Bem diferente do que lavar uma calçada com água cheia de cloro ou com sabão que fora usada no tanque.

“É quase um processo natural, sem contaminar o solo e o lençol freático”, reforça.

Joinville, por chover muito, é a cidade ideal para se ter uma cisterna em casa.

Luiz tem conversado muito com engenheiros para que não deixem tubulação cruzada em seus projetos, pois se em algum momento o morador decidir usar água da chuva para descarga nos banheiros, por exemplo, ele possa fazer isto sem muita complicação.

“Meu sonho é desenvolver um produto mais barato ainda para que todas as casas tenham uma cisterna”, confidencia o empresário, que até já criou alguns protótipos, mas que ainda estão em fase de testes.

Outra luta que Luiz pretende encampar é para mudar a legislação municipal. Em alguns estados e municípios, a lei determina que toda a construção acima de 200 metros quadrados deve ter um sistema de captação e reaproveitamento da água pluvial. Em Joinville, ainda não há projeto tramitando a este respeito.

“Nosso objetivo é ajudar as pessoas a aproveitar este recurso natural com um custo mínimo. É o melhor produto custo-benefício. Não precisa fazer obra.”

Segundo Luiz, se a maioria dos moradores da cidade tivesse uma cisterna, não haveria tantos alagamentos.

A Casa da Cisterna também presta consultoria. Vai até a casa do cliente ou construtoras, avalia a obra e sugere o modelo ideal para cada ambiente de acordo com o tamanho de telhado e finalidade da água a ser usada.

Como conhece e entende de muitos produtos que hoje são fabricados e utilizados na Europa e Estados Unidos e Austrália, o empresário informou que, assim que o dólar permitir, pretende importar. Mas hoje, a Casa da Cisterna já oferece muitos modelos a preços bem atraentes.

Entre os diferenciais da empresa, Luiz aponta que é entregar a solução completa. “Damos todo o suporte de instalação e temos um pós-venda completo.” Desta forma, o cliente não precisa procurar em vários fornecedores uma única solução.

Determinado a chamar a atenção para causa, Luiz não mede esforços para alertar o quanto este produto vai trazer de benefícios para a natureza e para o bolso, pois haverá menos consumo de água, menos tarifa sobre o esgoto etc.

Luiz lembra que a água coletada é leve e limpa, pois o sistema de filtro retira  as folhas e outras sujeiras antes de armazenar a água.

“Precisamos desmistificar o conceito cisterna no Brasil. Não existe obra, não existe engenharia, nada disso. É fácil. Pode ser um modelo aparente. A água não precisa ficar armazenada por muito tempo: usa-se para molhar verduras, molhar jardim, limpeza em geral”, complementa.

 

 

Onde fica: Rua Capinzal, 439 – América.Telefone: (47) 3278-8665. www.casadacisterna.com.br

 
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